Ah, minha cara, já não me sinto capaz de despertar o amor em ninguém.A cada dia minhas vísceras tornam-se mais vivas que meu próprio coração.E já nem sei o que me mata.Se é essa falta de confiança em mim mesma, ou minha falta de tato com assuntos humanos.Serei sempre um sereia que apenas entoa seu canto pelos mares, enfeitiçando homens cujos corações já pertencem a outras mulheres?Ou, em algum momento, encontrarei alguém que desde o primeiro dia da criação do mundo estava esperando por mim, esperando que eu estivesse pronta para recebê-lo?
Quando a partida se faz doce no riso de uma criança.
Um livro marcante, eu diria... Em cada linha de A roda da Vida, Elisabeth Kubler-Ross demonstra como a vida se faz presente na morte e como esta não é mais que uma porta inevitável por onde todos devemos de atravessar um dia. Há duas formas de encararmos este momento: com serenidade e paz, ou com angústia e medo. Ambas são reflexo da vida que temos levado enquanto caminhamos por este mundo... Inúmeros trechos são marcantes nesta belíssima obra autobiográfica, há um em especial que gostaria de compartilhar. É a história de Jeff, um garotinho de 9 anos, em fase terminal de um câncer, que conseguiu mostrar que a passagem desta dimensão a outra pode ser como a sensação de andar de bicicleta pela primeira vez. A roda da Vida - E. Kubler-Ross (págs.205-208)
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